sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Fim de semana em grande

Este fim de semana dias 5 e 6 de Setembro, há concurso de saltos em Rio de Loba -Viseu. Integrado nas festas de S. Mateus, é já há muito, tradição receber cavaleiros de vários pontos do país para este concurso federado. A Partir das 10h, até ao fim da tarde.

Vamos lá estar com os nossos alunos e claro está, com os cavalos que temos vindo a apresentar aqui.

Pela primeira vez em concurso temos a Maria, que apesar de ser catedrática na escola, nunca entrou num concurso.

"Vamos lá lindona, não te deixes intimidar com o aparato, porque estamos lá todos a torcer por ti".









Apareçam

















Parece que até já foste ao cabeleireiro e tudo, hehehehe

quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Limpar os cascos é muito importante

Toda a gente sabe a importância de uma boa limpeza nos cascos. Alem de dar conforto ao animal, ajuda a detectar cedo eventuais problemas que possam existir. No entanto, muitas pessoas sentem dificuldade em fazê-lo por não conseguirem que o seu animal levante a mão/pé. Para começar, peça a alguém que o ajude, segurando o animal posicionando-se do mesmo lado em que você pretende fazer a limpeza, assim, caso o cavalo reaja essa pessoa poderá segurá-lo puxando a cabeça do animal contra si.

Vá com calma... Com um cavalo novo, tenha calma, faça o trabalho devagar. Comece por massajar ou dar palmadinhas até que ele se sinta confortável com o toque das suas mãos. À medida que for aceitando esta pratica, a rotina prosseguirá normalmente. Use a mão que está livre para dar palmadinhas por toda a perna desde a espádua até ao casco. Só quando o cavalo se sentir à vontade é que você começa a usar o limpador. Lembre-se que o cavalo tem que sentir prazer em todo o processo, tem que se habituar como uma prática agradável, isto facilitará muito. Quando o animal estiver tranquilo por completo é que se pode amarra-lo com um cabresto e deixar a prática mais segura. Pegar no membro dianteiro... Comece posicionando-se correctamente, ou seja, se vai limpar as mãos, fique em pé ao lado do cavalo. Quando o cavalo já estiver acostumado, ele logo erguerá a mão ao sentir o toque das suas mão nos seus membros. Uma prática segura é empurrar a espádua do cavalo com os seus ombros para que ele desloque o seu peso para as outras patas. Uma vez que a pata está levantada segure-a com uma mão e limpe com a outra. Cuidar dos membros traseiros... O processo é parecido com o dos membros dianteiros, mas talvez um pouco mais complicado devido à conformação do animal (anatomia do jarrete). Primeiro levanta a pata para a frente, só depois vire-a para trás. Para pegar a pata traseira (pé), fique de pé ao lado da garupa na altura da anca do cavalo. É importante ficar bem perto, pois caso o animal tente dar um coice, será mais fácil desviar-se. Apoie as duas mãos na garupa do animal e depois vá descendo por trás do quarto traseiro do animal. Quando as suas mãos atingirem a canela faça leve pressão até que ele dobre o seu jarrete e estenda-o para a frente (antes de vira-lo para trás).Segurando o membro... Segure a pata do seu cavalo distante do chão para que ele perceba que quer mantê-la nas suas mãos. Faça com que perna, joelho e jarrete dobrem naturalmente.Muitas pessoa gostam de, ao segurar os pés, apoiar os cascos entre os joelhos.Limpar o casco... Quando a perna estiver nas suas mãos, ou no seu colo, e o cavalo não estiver a puxar mais, comece a limpeza do casco. Para a sua segurança, nunca limpe enquanto o cavalo estiver a puxar, ou tentando esquivar a pata.O material usado é um limpador de metal, normalmente coberto com borracha onde você segura. Mas, a maioria prefere o modelo de plástico ou ferro. Existem alguns que ainda tem uma escova para fazer a limpeza da sujidade mais fácil.Medidas de segurança... - Com um cavalo novo ou irrequieto amarre-o ou tenha alguém para segura-lo. - Nunca mexa, ou tente levantar a pata sem antes manter um contacto com a parte superior do corpo do animal, pois os mesmos podem reagir dando coices ou pulando de surpresa.- Nunca se sente no chão para limpar os cascos de um cavalo. Você fica sem mobilidade caso o cavalo queira se mexer ou dar um coice.- Nunca limpe os cascos de um cavalo quando estiver descalço, pode ser perigoso.- Caso moscas sejam o problema, passe um spray repelente no seu cavalo, antes mesmo de segura-lo, para evitar que o incomodem.

Telma Oliveira para o Mundo dos Animais, 2008Fontes: hipismobrasil.com.br

O CAVALO SORRAIA – O PRIMITIVO ANCESTRAL DAS RAÇAS IBÉRICAS DE SELA”

Algumas descrições de quem sabe

“(...) É reconhecido por todos os hipólogos, e especialistas em História Natural do gênero Equus, que o Sorraia é o primitivo ancestral dos Cavalos Ibéricos de Sela. Ainda encontrado nos dias de hoje em Portugal, tendo sido cuidadosamente preservado e criado a partir de um rebanho remanescente do Dr. Ruy D´Andrade, o Sorraia apresenta uma forte dominância de genes ligados ao perfil sub-convexo, a uma forte ação de trote e a uma morfologia de corpo compacta similar aos cavalos modernos. Exceto pelo perfil, ele se assemelha em tipo a outro primitivo grupo de equinos – o Tarpan, que vem a ser o ancestral pré-histórico do domesticado Cavalo Indo-Europeu. O Sorraia está inserido no capítulo Equus stenomius, um dos seis grupos de tipos identificados como cavalos selvagens pelo Homem Moderno.

O Cavalo Sorraia apresenta este nome pois advém da região dos rios Sor e Raia, pequenos tributários do Sorraia em Portugal (Alto Alentejo), cujas águas formam a bacia onde estes cavalos são criados. A raça é extremamente rústica e notável por sua habilidade em sobreviver com reduzida alimentação de baixa qualidade. Raramente excedem 1,43 m, mas sendo valente e destemido, o Sorraia popularizou-se entre os criadores de gado e por séculos consolidou sua presença ante os peões que movimentavam seus rebanhos nas províncias do Alentejo e Ribatejo. Atualmente, é significativa a redução do número de animais, ainda que estejam sendo mantidos no estado de rebanho puro pela família D´Andrade não somente por seu interesse como raça preservada nacional portuguêsa, mas também por ser motivo de pesquisa de zoologistas e geneticistas de todas as partes do planeta. Além disso, um número de historiadores está convencido que o Cavalo Sorraia, também presente em grande número na Espanha nos tempos dos Conquistadores, desempenhou um papel de destaque mais relevante, como ancestral dos Mustangs e Crioulos da América do Sul, do que os refinados ginetes Andaluzes ou Alter-Real.

A pelagem do Sorraia é de especial interesse, sendo uma variante do baio claro ao escuro, ou ainda pelo-de-rato, com uma listra de burro dorsal, orelhas escuras e apresentando crinas e caudas fartas de pelos negros, sempre conjugados a pelos da cor do corpo. As pernas são invariavelmente zebradas e durante o verão, com a maior claridade sobre os pelos do corpo, manchas pálidas podem aparecer. É evidente que no Sorraia não se introduziu qualquer fração em tempo algum de sangue oriental ou norte europeu. Este fato nos auxilia a avaliar a influência de outros genes que refinaram o Cavalo Ibérico de Sela na sua progressão séculos afora, especialmente no tocante ao fato que este foi cruzado e re-cruzado com cavalos oriundos do Norte da África desde sua primitiva evolução(...)”


Sylvia Loch – The Royal Horse of Europe.




O Cavalo do Sorraia
“(...) O Cavalo do Sorraia, fielmente retratado em pinturas rupestres, não tem uma grande história como raça doméstica. As suas origens remontam ao antigo cavalo bravo do sul da Península Ibérica. Este cavalo e aqueles outros do Norte de África estão provavelmente relacionados devido à ligação em tempos entre o Sul da Europa e o Norte de África através de Gibraltar. Sendo animais resistentes, de baixo porte, logo foram domesticados e usados para trabalhos domésticos e corridas de touros. Este pequeno cavalo foi o antepassado do famoso cavalo da Andaluzia e da Lusitânia e ainda de muitos outros cavalos europeus e americanos.

De acordo com os registos, estes cavalos foram levados para as Américas pelos conquistadores espanhóis. São bastantes evidentes as suas parecenças com muitas outras raças atuais quer na América do Norte quer do Sul pela cor típica baia-clara/ baia-escura que apresentam e algumas outras características. Ainda mais, por outra lado, análises ao DNA de alguns cavalos americanos mostraram padrões similares, e mesmo idênticos, aos do Cavalo do Sorraia.

Descoberto em 1920, nas lezírias do Rio Sorraia por Ruy D'Andrade, logo adquiriu o nome de Cavalo do Sorraia. Estando hoje em dia à beira da extinção é possível encontrar ainda alguns exemplares numa meia dúzia de lugares, quer em Portugal, quer na Alemanha. Trata-se de um animal que sobrevive com pouco alimento, mantendo-se em prefeitas condições de saúde, resistindo muito bem sob condições climáticas secas e quentes.

Características
Este Cavalo é sempre baio-claro/baio-escuro, com uma face e orelhas mais escuras, uma faixa dorsal mais escura e normalmente bandas em padrão de zebra nas pernas; por vezes uma banda nos ombros ou então bandas mais escuras através do pescoço, ombros e traseira (as crias nascem com um padrão zebra por todo o carpo) e a cauda é frequentemente clara.
A cabeça é algo longa com um perfil convexo. Os olhos estão colocados numa posição alta e as suas orelhas são razoavelmente longas. Possui um pescoço comprido e esguio e as cernelhas são proeminentes e bem definidas. (...)”

Esta página teve a colaboração da Sra. Katy Brown.



“(...)Existem hoje dois centros nacionais de criação Lusitana em Portugal pertencentes ao Serviço Nacional Coudélico (S.N.C.): um é a Coudelaria Nacional de Fonte Boa (C.N.), próxima de Santarém e o outro é conhecido com Coudelaria Real de Alter do Chão (A.R.), no Alentejo, originalmente derivado das fazendas da Família Real Portuguêsa, sendo que neste campo de criação a pelagem castanha é a única admitida, caracterizando-se hoje como uma linhagem derivada do Lusitano. Muitas pessoas consideram que o Lusitano seja a única raça de cavalos originária de Portugal, mas existe outra, que embora apresente um número reduzido de exemplares, é muito provavelmente a semente de fundação dos Cavalos Lusitanos. Este é o Sorraia.
Também apresentando um perfil convexo, é hoje denominado como ‘o cavalo selvagem de Portugal’, cujas origens históricas remontam a 1179 DC, quando era conhecido como ‘zebro’. Sua pelagem é predominantemente baia ou pelo-de-rato, com crinas e caudas refletindo a conjugação de pelos negros e amarelos. Pelo corpo, apresenta patas zebradas e listra de burro na coluna dorsal. Este, muito provável ancestral do Lusitano, é uma criatura extremamente rústica, utilizado em ambientes ibéricos sub-desérticos, e com uma altura na cernelha que não ultrapassa 1.43m. É um verdadeiro cavalo de sela, podendo ser empregado na pecuária e no pastoreio de outros rebanhos, além de estar apto a desempenhar funções de muares como tração de carroças e preparo de terra com arados ou grades. Podem subsistir com paupérrimas condições de alimentação, pastoreando o que sobra do gado bovino, ovino ou caprino.
Sabe-se hoje que Cristóvão Colombo planejou transportar belos ginetes Andaluzes de altíssimo padrão quando iniciou sua viagem pelo Atlântico em busca das Índias, mas para sua raiva, descobriu que alguém os substituíra por ‘pequenos e feios’ cavalos do tipo Sorraia. Este fato, antes de tornar-se uma derrota para Colombo, passou a ser reconhecido como uma bêncão, já que estes rústicos animais não se abalaram com os rigores do viagem oceânica, sobrevivendo em grande número até seu desembarque na América. (...)”


Por WENDY NAZAR

O CAVALO DO SORRAIA – por D. Diogo de Bragança (Lafões)


“(...) Ao lado do cavalo ibérico existe o cavalo do Sorraia.

É um cavalo verdadeiro, embora de pequena estatura (em média 1,43 m).

Difere do Garrano do Norte pelas suas características dentárias, razão por que deve pertencer a uma variedade da espécie E.C. Caballus. E na verdade, estes dentes coincidem no cavalo do Sorraia e no Andaluz de tipo mais puro, com a cabeça de perfil convexo e órbita elíptica um pouco truncada posteriormente; base do crânio inclinada em relação à linha frontal; linha occipito-incisiva inferior à órbita; maxila com o ramo ascendente curto e de curva em ângulo obtuso.

Na forma não é um Garrano; é um verdadeiro cavalo como aqui o entendemos na Península, isto é, um equino como o Andaluz e o Bérbere, seus parentes próximos e mais desenvolvidos pela domesticidade e pelas variações que os cruzamentos neles têm produzido.
Como se descobriu este grupo cabalino?

Há bastante tempos eu já notara que muitos poldros nascidos de éguas de pura raça Andaluza que eu criava no Alto Alentejo (região de Elvas) e outros que tenho visto na Andaluzia e na região do delta do Tejo, nasciam com a pelagem amarelo-palha zebrada, particularmente ainda mais evidente nos de pêlo baio e rato, e também em muitos que, tornando-se posteriormente ruços, de todo perdem o zebrado da pelagem.

Mais tarde, andando à caça na região de Coluche, no baixo Sorraia, numa propriedade chamada Sesmaria, deparei com uma manada de uns 30 indivíduos, mais da metade dos quais eram baios claros, alguns ratos, muito zebrados e com aspecto absolutamente selvagem ou primitivo, como se fossem uma espécie de zebras ou herniones.

Foi-me possível observar de vez, em toda região do vale do Tejo, no Alto Alentejo e no vale do Guadalquivir, animais com esta particularidade de pelagem, de que apontei mais de 300 casos.

Na sua forma é um Andaluz em miniatura, inconfundível com o Garrano. Deles deve ter saído o Andaluz moderno por um fenómeno mutativo, resultante possivelmente de um cruzamento com os Garranos do Norte no seu contacto plurimilenário, ou com os cavalos africanos neolíticos, ou com os númidas da Antiguidade (púnicos), ou com os sarianos da Alta Idade Média (almorávidas).

Montados, têm, quando concentrados, movimentos altos e garbosos.

Como é sabido por tradição histórica e pelo que mostra a iconografia arqueológica, os cavalos de perfil convexo e grande tamanho aparecem pela primeira vez em várias moedas dos Séculos III a I A.C. e no monumento a Marco Aurélio (Século III). Isto indica que o cavalo grande é fruto de um “caso novo” antes desta época, não um facto geral.

São estes os argumentos que me levam a supor que o grupo equino de que aqui trato – o Sorraia, represente um tipo primitivo da Península Ibérica e do qual haja derivado o Andaluz moderno.””

(Apontamentos extraídos do opúsculo O Cavalo do Sorraia, pelo Dr. Ruy D´Andrade, Lisboa, 1945.)”

na obra “ARTE EQUESTRE – PICARIA ANTIGA, EQUITAÇÃO MODERNA” (1997, ed. Inepa-Portugal)


Por todas as observações descritas acima, e comparando-se as fotos modernas de reprodutores e éguas da Raça Mangalarga Marchador originários das criações ‘Favacho’ e ‘Traituba’, principalmente, entre as mais antigas de toda a raça, podemos afirmar com alto grau de precisão que o Mangalarga Marchador finalmente pode garantir seu certificado de origem: pelo lado paterno, descende do nobre garanhão Alter Real que um dia chegou ao Sul de Minas Gerais e que foi empregado em matrizes dos rebanhos dos Junqueira. E, pelo lado materno, a origem destes ventres está diretamente ligada ao cavalo Sorraia, ‘aquele que sobreviveu ao transporte oceânico nos porões das caravelas’.

Cabe-nos agora pesquisar a influência do cavalo Garrano na população cavalar Mangalarga Marchador, pois também se acredita que esta raça estivesse numerosamente presente no Sul de Minas ao início do Século XIX.




quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Adeus Lady

Esta semana, estamos tristes.
Perdemos a Lady, vitima de uma cólica fatal. Tudo foi feito para a salvar ...
Adeus linda, galopa nas nuvens.

sábado, 11 de Abril de 2009

Hipoterapia

A escola equestre da Quinta do Azevinho irá ter em breve aulas de hipoterapia para ajudar quem mais precisa nesta área.
Uma mais valia para o distrito de Viseu, a juntar á paixão pelos cavalos, poderemos estar mais perto de um mais vasto conjunto de novos alunos.

quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

22 de Fevereiro, concurso em Viseu


Parece que desta vês é que é.


Domingo de Carnaval, dia 22 de Fevereiro há concurso no centro hípico de Rio de Loba em Viseu a partir das 10h da manhã.


Apareçam


sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Concurso


Infelizmente, devido ao estado do tempo, o nosso tão desejado concurso foi adiado para uma data ainda a confirmar posteriormente.
A todos desejamos um bom fim de semana e se nos quiserem visitar, estaremos na Quinta.

segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009



Se o tempo o permitir realizar-se-à no próximo dia 8 de Fevereiro um concurso entre escolas no centro hípico de Rio-de-Loba, em Viseu.


Estaremos lá todos, com quantos cavalos conseguirmos levar.


Terá inicio de manhã ( a hora ainda não está definida) com os mais novos a 50 cm e a 80 cm, e prolongar-se-à pela tarde, com as provas de escalões mais avançados, a partir de 1 metro.

Esperamos por todos vós para um dia bem passado.

segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Dia de inauguração

Este Domingo dia 28 de Dezembro foi dia de festa, aqui na Quinta.


Foi inaugurado o "Salão Get" , que não é mais do que uma sala de onde se podem ver as aulas confortavelmente, ao abrigo do frio agora de Inverno, e do calor quando ele chegar. As moscas estão proibidas de entrar.










Decorado com sofás, cadeiras, mesas, e até carpetes, um frigorífico e máquina de café, para que todos se sintam em casa, enquanto esperam pelos praticantes deste desporto fantástico.








As janelas dão directamente para o picadeiro coberto, e temos uma vista de "camarote" de elite.







Foi dia de juntar toda a "família ", o que é completamente impossível noutros dias, pois nem todos têm aulas ao mesmo tempo.





Portanto, alunos, professores, pais, mães, e amigos, estiveram presentes para um delicioso"coktail", antes de se irem divertir com uma Gincana improvisada.












A esta sala foi dado o nome de "Salão Get" em homenagem ao nosso querido Get, que foi com ele que o sonho de construir uma escola equestre começou.
Claro que ele também participou na gincana , e fez um brilharete no final com o seu dono Pedro Lopes, a saltar improvisadamente. Pareceu bastante satisfeito por ter alguma atenção e receber tantas palmas.




Tenho de salientar também que foi posta uma "Teia" a toda a volta do picadeiro.



Para quem não sabe, é uma protecção de madeira inclinada que protege o cavaleiro de se magoar, ou ferir, do joelho para baixo quando o cavalo passa demasiado junto á parede. As imagens não são grande coisa mas conseguimos vê-la a toda a volta.














































































As filmagens são efectivamente de muito má qualidade, mas é o que consegui com a minha maquineta, por isso apelo a quem lá esteve e que filmou e fotografou, que me envie qualquer coisita melhor, para mostrar aqui, o que muito agradeço.


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Os mais pequenos que ainda não saltão, participaram também, mas apeados.

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videoO que iam buscar lá ao fundo, era um ovo equilibrado numa colher, e dentro do Balde estava uma rolha.


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videoJuro que não estava a brincar com o André, mas estava distraída e o filme saiu assim , só depois é que reparei... DESCULPAAAA!

Pronto, foi assim este dia, e aqui acaba mais um ano, o nosso primeiro nestas andanças virtuais.

Para todos os nossos alunos, amigos, e visitantes, um fantástico Novo Ano de 2009!!!!!!

quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Dentição...é sempre bom saber.

Porque os dentes são importantes em todos os animais, hoje vamos falar sobre eles.

O cavalo é um herbívoro nômada, tem seus dentes preparados para o pastoreio. Na natureza alimentava-se dos diversos tipos de forragens existentes em seu ambiente, assim causando um desgaste lento e mais homogêneo.
O homem alterou as dietas e padrões alimentares dos cavalos com a domesticação e confinamento, desta forma tornou os eqüinos mais suscetíveis aos problemas que se referem aos dentes e a mordedura. São necessários exames periódicos que se inicia logo após o nascimento, a fim de identificar uma possível alteração congênita. Esse exame deve ser contínuo.

Logo após o nascimento o animal deve ser examinado, pois pode apresentar problemas, no palato (céu da boca), projeções e deformidades de maxila (onde se encere o grupo dos dentes superiores) e mandíbula (onde se encere o grupo dos dentes inferior).

Até aos 5 anos são indicados exames semestrais pois não é raro encontrar casos de dentes decíduos persistentes ( dentes de leite que deveriam cair ) fragmentos que devem ser extraídos, caso esse problema não seja corrigido pode causar mal oclusão ( contato inadequado entre dentes inferiores e superiores) pela erupção desordenada dos dentes.

Em animais com idade superiores a 5 anos são comuns encontrarmos pontas e deformações nas arcadas proporcionando mal oclusão dos dentes molares (grupo de dentes posteriores ) e incisivos (grupo de dentes anteriores). Na fase de doma e treinamento é essencial o exame dos dentes pois o conforto promovido pelo tratamento torna o trabalho do treinador e o aprendizado do cavalo mais fácil e menos estressante. Melhorando, por conseqüência, o resultado final.

É muito comum encontrar o “dente lobo” Este dente é vestigial é considerado o 1º pré-molar, não tem função na mastigação, mas pode ferir as bochechas, a língua, e/ou entrar em choque com o bridão, podendo ser extremamente desconfortável. A extração desse dente é parte da rotina do tratamento dentário. “não confunda o dentes lobos com os caninos presente nos machos e em algumas fêmeas.
“Desta forma podemos apontar a grande Importância do exame dos dentes do eqüino neonato ate o sênior”Todos os cavalos devem ter seus dentes examinados no mínimo uma vez por ano, mesmo sem apresentar sintomas de problemas.

Quando o cavalo precisa de exame dos dentes ?
Nos casos de:
-Perda de peso.
-Dificuldade de engordar.
-Incomodo com a embocadura,
-puxão nas rédeas
-abaixa e levanta a cabeça com freqüência durante a montaria .
-balança a cabeça de um lado para o outro
-relutância com agressividade

-Derrame de ração fora do cocho
-Lentidão na mastigação e deglutição.
-Deposição do alimento dentro da boca
-Dificuldade da apreensão do alimento
-Cólicas recorrentes
-Fibras de capim longas e grãos não quebrados nas fezes
-Descarga nasal
-Aumento de volume na cara
-Fistulas facial.
-Problemas considerados de temperamento ou doma


Cavalos que tem acompanhamento dos seus dentes periodicamente possuem melhor mastigação e digestão, apresentam uma considerável melhora no aproveitamento dos alimentos diminuindo o risco de cólica. Percebesse conforto nas rédeas, regularidades de andamento e manobras. A odontologia favorece melhoras notáveis nos animais, nos aspectos nutricionais e comportamentais, promovendo uma boa saúde e melhor desempenho dentro de suas atividades eqüestres. Sem contar o aumento da longevidade e vida útil.
Os exames e as correções dos dentes só devem ser feitos por um Médico Veterinário especializados ele saberá quais técnicas e equipamentos a serem utilizados, tipos de sedação e anestesia referente a cada caso em particular. Intervenções inadequadas poderão causar traumas e danos irreparáveis aos dentes, articulações e de todo conjunto relacionado á mastigação

Mais informações em www.dentistadecavalo.com.br .

sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Evolução


O cavalo tem sido á milhares de anos um dos animais de maior utilidade para o homem. Em tempos passados proporcionava o mais rápido e seguro meio de transporte em terra. Caçadores a cavalo perseguiam animais a fim de matá-los para alimentar-se de sua carne, ou por desporto. Nas batalhas, os soldados lançavam-se à luta montados em fortes cavalos de guerra. Em muitos países os cavalos serviam de montaria para penetração no interior, tracção das diligências, ou no serviço de correios.
Hoje o cavalo não tem a mesma importância de antigamente. Na maioria dos países, o "cavalo de ferro" (comboio) e a "carruagem sem cavalos" (automóveis) substituíram quase inteiramente o cavalo. Mas este animal ainda é usado tanto para desporto como no trabalho. Crianças e adultos montam a cavalo por prazer ou exercícios. Grandes multidões vibram ao assistir corridas de cavalo nos hipódromos (pistas especiais para este tipo de corridas ). Cavalos são apresentados em circos, rodeios e outras exibições. Ajudam os vaqueiros a reunir os grandes rebanhos de gado, e puxam arados e outros equipamentos agrícolas.
O cavalo é bem conformado para o trabalho e a corrida. Por exemplo, as narinas grandes facilitam-lhes a respiração. Os cavalos tem um apurado sentido de olfacto, ouvido sensível e uma boa visão (sentido dos equinos). Tem dentes fortes, mais só comem cereais e plantas, jamais carne. As pernas compridas e musculosas dão-lhes força para puxar grandes cargas ou para correr em alta velocidade. Os cavalos também usam as pernas como principal arma. O coice de um cavalo pode ferir gravemente um homem ou outro animal.
Os cientistas acreditam que o mais antigo antepassado do cavalo era um pequeno animal com 25 a 50cm de altura. Dão a esse animal o nome científico Eohippus - em português, eoípo. O eoípo viveu a cerca de 55 milhões de anos na parte do mundo que é hoje a Europa e a América do Norte. Esses cavalos pré-históricos tinham o dorso arqueado (curvo) e o nariz em forma de focinho. Pareciam mais cães de corrida, do que o moderno cavalo de dorso recto e cara comprida. Tinham 4 dedos nos pés dianteiros, e três dedos no pé traseiro. Cada dedo terminava com um pequeno casco separado. Grandes almofadas resistentes, evitavam que os dedos tocassem o chão. Eram essas almofadas que sustentavam o peso do animal.
O mais importante antepassado do cavalo, a seguir, foi o Mesohippus - ou em português mesóipo. Ele viveu a cerca de 35 milhões de anos atrás. O mesóipo tinha em média 50cm de altura, e suas pernas eram cumpridas e finas. Cada pé tinha três dedos, sendo que o do meio era o mais longo. A cerca de 30 milhões de anos o mesóipo deu lugar ao Miohippus - em português miópio . Este tinha cerca de 60 a 70cm de altura, e seu dedo médio era mais cumprido e mais forte do que o de seus antepassados.

Animais parecidos com o cavalo continuaram a se desenvolver, e há cerca de 26 milhões de anos o Merychippus desenvolveu-se, tinha cerca de 1m de altura. Como o miópio ele tinha três dedos, entretanto os laterais eram quase inúteis. Terminava em um casco curvo que sustentava o peso inteiro do animal.
Há cerca de 1 milhão de anos, os cavalos tinham provavelmente a mesma aparência do cavalo moderno sendo que eram maiores do que seus antepassados. Os dedos laterais transformaram-se em ossos laterais das patas e deixaram com que o casco central, grande e robusto, sustentassem o peso do animal. Os dentes também mudaram, passaram a ser mais aptos a comer capim. Os cientistas agrupam esses cavalos junto com seus antepassados em um género chamado Equus.




Não se sabe onde se originaram os cavalos, mas fósseis indicam que na era glacial eles viviam em todos os continentes, excepto na Austrália. Grandes manadas vagavam pela América do Norte e Sul.
Posteriormente, por uma razão desconhecida, eles desapareceram do hemisfério ocidental.

segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Mais um pouco de história


O cavalo (do latim caballu) é um mamífero hipomorfo, da ordem dos ungulados, uma das sete espécies modernas do gênero Equus. Esse grande ungulado é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos eqüídeos. Todos os sete membros da família dos eqüídeos são do mesmo gênero, Equus, e podem relacionar-se e produzir híbridos, não férteis, como as mulas. Os cavalos têm longas patas de um só dedo cada. Os cavalos (Equus caballus) são perfeitamente adaptados a diversos desportos e jogos, como corrida, pólo, provas de ensino ou equitação, ao trabalho e até à equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).
Esses animais dependem da
velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Sua longevidade varia de 25 a 30 anos.
O cavalo teve, durante muito, tempo um papel importante no
transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XX, exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais (Cavalo de Lord Strathcona, etc.)
Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (
puro sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h).

quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Concurso no Hipico Montebelo em Viseu






Neste fim de semana de 13 e14 de Setembro ouve concurso no Centro Hipico do Monte Belo, em Viseu.
Desta vez aqui a reporter alfacinha não esteve tão atenta, e tirei poucas fotos. Sabem como é a minha filhota também lá estava, e o nervoso miudinho apoderou-se dos dedos. A maior parte das fotos quando foram disparadas, o cavalo já tinha saído do lugar... enfim...
























































































Ficam aqui algumas das que ainda consegui, e parabéns a todos os participantes que se portaram lindamente.

quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Domingo, prova de 1,20m


Na prova de 1,20m temos Pedro Silva Rocha, o mais recente professor aqui da quinta.

Faz conjunto com Trinidad.
















































Também nesta prova , temos o conjunto José Miguel Marques com Odalisca



















Parabéns a todos, independentemente dos prémios recebidos ou não.

Cada dia é uma nova experiência para cavaleiros e cavalos, e todos sem excepção merecem o nosso aplauso.

Domingo, provas de 1,00m

Pedro Lopes com Xena, prontinhos a entrar para aquecimento.


















































...e cá vão eles voando por cima dos obstáculos, Neste caso um duplo.















































Rafael Correia Paiva







Logo a seguir vei o conjunto Rafael Correia Paiva, e Choco del Monte






















Esta dupla tão jovem conquistou o terceiro lugar desta prova.

Parabéns.

Domingo, 0,80m









Pedro Guilherme Marques




































~Domingo






O Francisco Pinto de Sousa mais uma vez que se portou bem.

























Domingo, 0,80m


O André Neves, foi o nosso campeão.

Ganhou o primeiro premio desta prova, o Vit-Vit









































































































PARABÉNS!









Domingo 07-09-2008, provas de 0,80 m






Neste Domingo tivemos a Mariana silva com Vit-vit, da qual não tenho infelizmente imagens e seguidamente a Sara Neves com Estrela, que ficou em 2ª lugar na prova de 80 cm.





























































Parabéns Sara.

quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

continuação / provas de 1,00 m




Por ultimo temos o Rafael Correia Paiva, com a sua linda e imponente Choco del Monte.































Este jovem conjunto ainda tem muito que aprender, mas promete dar que falar.








Ambos muito jovens, mas conseguiram o 2º lugar, nestas provas de 1,00 m


























Cá estão eles a receber o merecido prémio ao lado do seu professor, Pedro Lopes que ficou em primeiro lugar.
Curiosamente ambos estão montados noutros cavalos, pois á altura da entrega dos prémios, tanto a Xena como a Choco já estavam nas boxes e desaparelhadas.